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quarta-feira, 4 de julho de 2012

Rodoviários do DF fazem paralisação de 24 horas nesta quinta

Categoria pede cumprimento de acordo que reajusta salários em 7,88%.
Metrô vai abrir às 5h30 e terá trens extras em horários de maior procura.

Do G1 DF, com informações do DFTV
Os motoristas e cobradores do Distrito Federal vão fazer nesta quinta-feira (5) uma paralisação de 24 horas para reivindicar o cumprimento de acordo coletivo assinado no ano passado e que, segundo o Sindicato dos Rodoviários, ainda não foi cumprido.
“Nós temos um acordo assinado, mas as empresas não estão cumprindo. Estamos pedindo um reajuste de 7,88%, que deveria estar sendo pago desde maio, mas que ainda não estamos recebendo”, informou o presidente do sindicato da categoria, João Osório.
A reportagem do G1 procurou o Sindicato das Empresas de Transporte do DF (Setransp), mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.
Osório estima que cerca de 13 mil rodoviários vão paralisar as atividades nesta quinta, incluindo motoristas e cobradores das cooperativas de transporte. Na sexta (6) os motoristas e cobradores voltam a trabalhar normalmente. Está marcada para domingo (8) uma assembleia para decidir sobre uma possível greve geral da categoria.
O diretor-geral da autarquia Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans), Marco Antonio Campanella, se reuniu desde a tarde desta quarta com representantes dos rodoviários e do sindicato patronal para discutir medidas para evitar a greve. Até as 18h50, a reunião não havia acabado.
De acordo com o GDF, ainda não foi possível chegar a um acordo para evitar a paralisação, mas Campanella adiantou que não haverá aumento na tarifa.
Metrô
A assessoria do Metrô informou que as estações vão abrir 30 minutos mais cedo nesta quinta, às 5h30, para atender a população. A companhia também vai colocar dois trens extras nos horários de pico, das 6h às 9h e das 16h30 às 20h, para complementar a frota de 24 trens.
No ano passado, um acordo assinado entre os rodoviários e as empresas evitou a greve geral da categoria. O acordo previa reajuste de 7,88% nos salários, na cesta básica e no ticket refeição feita pelas empresas de ônibus.
O acordo previa também as manutenção dos benefícios garantidos pela no acordo coletivo de 2010, além do pagamento de R$ 150 por trabalhador para garantir plano de saúde e de R$ 15 para seguro odontológico.
Enquanto isso! o secretario de transporte esta viajando para o vietnã

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