sexta-feira, 24 de maio de 2013

Auditoria aponta que 29 ônibus circulam sem contrato no DF


Desde janeiro, esses veículos faturaram R$ 3 milhões, afirma auditor.
DFTrans diz que ônibus irregulares são necessários e têm autorização.

Do G1 DF

Levantamento dos auditores fiscais do transporte do Distrito Federal aponta que 29 ônibus estão rodando de forma irregular no DF. Sem cadastro no sistema de transporte público, os veículos estão circulando e recebendo o dinheiro das passagens. Eles pertencem a empresas que já operaram no Distrito Federal.
“Constatamos indício de fraude na ordem de R$ 3 milhões em veículos não cadastrados da empresa Rotha e Cootransp”, falou o auditor Luiz Felipe Leal.
O DFTrans informou que mesmo sem contrato com o governo, os ônibus circulam com autorização.
“O mais importante é que a população não fique sem ônibus. Esses ônibus estão sendo fiscalizados, estão sendo vistoriados e não podemos tirar 30 carros nesse momento de Planaltina. Enquanto isso, estamos trabalhando rapidamente para regularizar essa situação do contrato”, afirma o diretor do órgão, Marcio Antônio Campanella.

Segundo os auditores, nenhum ônibus pode operar sem cadastro no DFTrans. Quando isso ocorre, fica configurada pirataria. Outro detalhe chama a atenção: esses ônibus continuam com validadores, a máquina que registra a entrada do passageiro e o pagamento da passagem
.Os outros 25 ônibus são da Cootransp, que desde 7 de janeiro  não têm mais contrato. Entre esses 25, o de número 510726 arrecadou em passagens R$229 mil.
Outra investigação
A associação denunciou que em fevereiro deste ano, um único ônibus da empresa Rhota teria transportado mais de 1,8 mil passageiros em 50 minutos. O mesmo cartão foi usado várias vezes, com apenas alguns segundos de intervalo.
O DFTtrans disse que tentativas de fraudes ao sistema são frequentes, mas que o pagamento às empresas é bloqueado assim que são identificadas, como no caso da Rhota.

terça-feira, 21 de maio de 2013

VAMOS APOIAR


quinta-feira, 9 de maio de 2013

justiça do DF manda empresa indenizarmulher que caiu em ônibus


 

Motorista agiu de modo negligente ao frear bruscamente, diz juiz.
Companhia terá de pagar R$ 4 mil a passageira que foi jogada contra painel.

Do G1 DF

A 1ª Turma Recursal do Tribunal de Justiça do DF condenou, nesta quarta-feira (8) a empresa de ônibus Expresso Riacho Grande a indenizar em R$ 4 mil, com correção monetária e juros de mora, uma mulher que caiu em um veículo da companhia. Cabe recurso da decisão. A empresa informou que não foi notificada.
Segundo a passageira, o motorista parou bruscamente o veículo ao perceber uma pessoa que tentava atravessar a faixa de pedestres, o que fez com que ela fosse jogada contra o painel do ônibus. Ela sofreu hematomas no braço direito e na coxa esquerda, fratura no nariz e ferimentos no rosto.
Segundo o juiz responsável, o motorista do ônibus agiu de “modo negligente” e foi desatento por não conseguir parar o veículo com segurança. O magistrado destacou o laudo dos peritos do Instituto Médico Legal, que atestaram a natureza e a extensão dos ferimentos da passageira, principalmente as lesões no rosto, que teriam causado não apenar dor, mas "sofrimento moral, decorrente do prejuízo estético que lhe foi causado".