A situação precária do serviço de ônibus é um dos principais problemas de falta de infraestrutura que afetam moradores do Setor M Norte, localizado nas extremidades de Taguatinga. De acordo com quem reside na cidade, o não cumprimento do horário dos ônibus, o estado debilitado que o terminal rodoviário se encontra e a pouca quantidade de veículos para os vários itinerários em todo o DF são os principais problemas enfrentados.
Para a estudante da UnB, Anne Christine, que utiliza a linha 377 com destino a W3 Norte, os principais problemas são a falta de itinerário para a universidade e o atraso dos ônibus. “Pego ônibus todos os dias por volta das 6h30, mas cada dia ele passa num horário diferente. Para voltar é ainda pior, pois praticamente não existe linha”, explica. Ela ainda frisa que a falta de compromisso da Satélite e Pioneira (empresas que pertencem ao mesmo grupo) está tornando a volta para casa mais perigosa.
No próprio terminal rodoviário do Setor M Norte os passageiros pegam ônibus de forma improvisada. O local não possui cobertura suficiente para todos que usam o espaço durante a época chuvosa. De acordo com a dona de casa, Tamirez Tereza Alves, o problema afeta a todos. “Sempre passo por dificuldade para levar meus filhos na creche e no colégio. Até mesmo o serviço interno de micro-ônibus é ruim”, ressalta Tamirez.
Já o farmacêutico Edmar Alves relata que os ônibus da linha 368, para Águas Claras e Taguatinga, e o da linha 322, rumo à Esplanada, são os mais precários. “Cansei de ficar parado no meio do caminho. Já tive que ficar esperando cerca de duas horas no próprio terminal porque o ônibus quebrou”, diz Alves. Ainda segundo ele, as reclamações feitas ao DFTrans ou às empresas responsáveis pelos itinerários não surtem efeito.
No site da empresa há um espaço para que os usuários possam fazer suas reclamações, no Canal do Cliente.
Para a estudante da UnB, Anne Christine, que utiliza a linha 377 com destino a W3 Norte, os principais problemas são a falta de itinerário para a universidade e o atraso dos ônibus. “Pego ônibus todos os dias por volta das 6h30, mas cada dia ele passa num horário diferente. Para voltar é ainda pior, pois praticamente não existe linha”, explica. Ela ainda frisa que a falta de compromisso da Satélite e Pioneira (empresas que pertencem ao mesmo grupo) está tornando a volta para casa mais perigosa.
No próprio terminal rodoviário do Setor M Norte os passageiros pegam ônibus de forma improvisada. O local não possui cobertura suficiente para todos que usam o espaço durante a época chuvosa. De acordo com a dona de casa, Tamirez Tereza Alves, o problema afeta a todos. “Sempre passo por dificuldade para levar meus filhos na creche e no colégio. Até mesmo o serviço interno de micro-ônibus é ruim”, ressalta Tamirez.
Já o farmacêutico Edmar Alves relata que os ônibus da linha 368, para Águas Claras e Taguatinga, e o da linha 322, rumo à Esplanada, são os mais precários. “Cansei de ficar parado no meio do caminho. Já tive que ficar esperando cerca de duas horas no próprio terminal porque o ônibus quebrou”, diz Alves. Ainda segundo ele, as reclamações feitas ao DFTrans ou às empresas responsáveis pelos itinerários não surtem efeito.
No site da empresa há um espaço para que os usuários possam fazer suas reclamações, no Canal do Cliente.
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