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quarta-feira, 8 de junho de 2011

Meia viagem no pico será interrompida definitivamente



A suspensão da meia viagem realizada pelos rodoviários nos horários de pico continua causando transtornos à população do Distrito Federal. A interrupção do serviço segue durante toda esta semana das 5h às 7h30, das 16h às 18h e poderá ser definitivamente banida do sistema de transporte público local, causando contratempo a mais de 300 mil usuários diariamente.

De acordo com o diretor do Sindicato dos Rodoviários do Distrito Federal, Diógenes Nery dos Santos, o Ministério Público do Trabalho requereu, na 3ª Vara Trabalhista, que a categoria suspendesse imediatamente a realização da meia viagem. A prática, no entender da Justiça, é um item da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), conhecida formalmente como Acordo de Produtividade, que foi formulada com “a intenção de burlar os direitos trabalhistas”.

Além disso, a expectativa de um acordo que evite a greve geral agendada para segunda-feira (13) estaria longe de acontecer. Santos enfatiza que os empresários não estão dispostos a negociar. Segundo ele, várias reuniões são realizadas com as lideranças patronais, mas terminam com tentativas frustradas de acordo.

 Sindicato patronal deve apresentar contraproposta aos trabalhadores e ao governo para evitar a deflagração de greve geral dos trabalhadores

Por meio da assessoria, o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Distrito Federal (Setransp-DF) alegou que criou uma comissão para fazer uma análise das propostas realizadas pelo GDF e pretende, nos próximos dias, ofertar uma contraproposta tanto ao governo quanto aos funcionários. A Secretaria de Transportes do DF (Setrans) foi procurada pela reportagem do jornal Coletivo e não quis apresentar um posicionamento sobre o caso

2 comentários:

  1. Com a ameaça de uma paralisação geral no transporte público na próxima semana e estações de metrô constantemente lotadas, a opcão para muitos brasilienses se locomoverem será o automóvel. Mas outra notícia ruim acaba de surgir: o preço dos combustíveis aumentou nos postos. A gasolina agora custa entre R$ 2,76 e R$ 2,79 na maioria dos estabelecimentos.

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  2. “a intenção de burlar os direitos trabalhistas”.
    Isso nao é novidade, sempre burlam os direitos dos trabalhadores, nao respeitam as clausulas impressas na convençao coletiva de trabalho e nunca vi uma multa sendo aplicada por isso, inclusive uma das clausulas da CCT diz que o nao cumprimento gera multa. kkkkk... outra piada!!!!

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