Estatísticas do Blog

sábado, 22 de dezembro de 2012

Nova liminar adia etapa da licitação do transporte público do DF

21/12/2012 20h29- Atualizado em 21/12/2012 20h29

Eliminado, grupo de Wagner Canhedo quer disputar concessão de linhas.
Decisão adia definição sobre linhas de Ceilândia, Taguatinga e Brazlandia.

Do G1 DF



O Tribunal de Justiça concedeu liminar para o grupo do empresário Wagner Canhedo que adia uma nova etapa da licitação para a renovação do sistema de transporte público do Distrito Federal.
O empresário pretende disputar a concessão da bacia cinco, que envolve as linhas do transporte coletivo de Ceilândia, Taguatinga e Brazlandia.
O grupo de Canhedo foi eliminado da concorrência por não preencher requisitos do edital, como a exigência de não ter dívida tributária com a administração pública.
Canhedo já havia conseguido duas liminares semelhantes, mas elas foram derrubadas pelo TJ após recurso do governo do Distrito Federal. O GDF recorreu, mas o pedido não havia sido julgado até o final da tarde desta sexta.
A licitação do novo modelo do sistema de transporte do DF se arrasta desde o começo do ano. A expectativa era que os 3 mil novos ônibus entrassem em circulação em janeiro de 2013, mas o prazo não vai ser cumprido. Muito do atraso se deve a disputas judiciais.
Desde a abertura da licitação, já foram expedidos 17 mandados de segurança das atuais empresas e seis intervenções do Tribunal de Contas do DF, além de 80 questionamentos, pedidos de impugnação e recursos à Secretaria de Transportes.

2 comentários:

  1. Quem entra quem sai nao importa queremos melhores condiçoes para o transporte de Brasilia, que por sinal é vergonhoso e vexatorio,motoristas menos cansados, menos extressados, e acima de tudo mais bem pagos, assim teremos nao nova frota teremos mais qualidade de vida. Pronto FALEI!!!!!

    ResponderExcluir
  2. como rodoviário não somente eu, mas todos companheiros querem o fim da maldita meia-viagem que nos prende sem podermos resolver assuntos pessoais porque temos que voltar para trabalhar. queremos o fim disso agora.

    ResponderExcluir

Seguidores