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sexta-feira, 11 de maio de 2012

Transporte é o serviço público com mais reclamações no DF

Levantamento feito pela Ouvidoria do GDF é do primeiro trimestre de 2012.
Saúde ficou em 2º lugar da lista; educação ocupou a 3ª colocação.
Rafaela CéoDo G1 DF




Dados da Ouvidoria do governo do Distrito Federal indicam que no primeiro trimestre de 2012 o transporte público foi o serviço público com o maior número de reclamações da população. Das 34.358 queixas registradas entre janeiro e março deste ano, 9.963 (29%) foram relacionadas a esse serviço.
Em segundo lugar no levantamento está a saúde pública, com 7.558 registros (22%), seguida da educação, alvo de 3.092 acionamentos (9%). “As maiores motivações dos registros ligados ao transporte são itinerário e o horário”, disse a ouvidora-geral do DF, Vera Lúcia Coelho.
Dados da ouvidoria referentes ao período de 1º de janeiro e 9 de dezembro de 2011 indicam que o transporte já era o serviço público que mais gerava reclamação entre a população. Dos 43.725 registros nos 12 meses do ano passado, 131.175 (30%) foram relacionados ao setor.
Serviços ligados à saúde ocuparam os segundo e terceiro lugares do ranking de 2011, com 9.619 registros (22%) sobre a saúde pública e 3.498 (8%) sobre servidores da átea, respectivamente.
Para a ouvidora, a falta de medicamentos e de insumos e o não cumprimento da carga horária por parte dos médicos são os principais problemas relatados.
“Baseada nas manifestações, foi criada uma central de compras que vai agilizar a aquisição de medicamentos, material hospitalar e insumos. O controle da carga horária dos profissionais também vai aumentar com a implantação do ponto eletrônico”, diz Vera Lúcia.
EducaçãoPara a ouvidora, as reclamações da educação não têm relação com a greve dos professores, que terminou no dia 3 de maio e durou 52 dias. “O relatório é trimestral, e a greve ocorreu no final do trimestre. O aumento de manifestações ligadas a esse setor se deu porque houve o período de telematrícula.”
Segudo Vera Lúcia Coelho, muitas dos registros estavam vinculados à insatisfação dos pais com a escola onde o filho foi matriculado. “Eles querem os filhos perto do local de trabalho ou de casa, o que nem sempre é possível. Na maioria das vezes, o colégio não é longe, mas não é o mais próximo.”

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